Nacional

Greve do dia 28 será 'termômetro' contra reformas

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Quinta, 13 Abril 2017
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Guilherme Boulos, líder do MTST diz que movimento fará bloqueio em rodovias e avenidas por todo o país. Setor de transportes discute adesão.

O  próximo dia 28, data de uma paralisação nacional contra o governo Temer, "vai ser um verdadeiro termômetro de nossa resistência de barrar essa reforma draconiana da Previdência", avalia o líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) Guilherme Boulos. Além de apoiar "o conjunto das greves" das categorias organizadas, os sem-teto participarão dos protestos com bloqueios de rodovias e avenidas por todo o país.

O presidente nacional da CUT, Vagner Freitas, disse que a expectativa é realizar uma das maiores greves gerais da história do país. Ele destacou, também, a necessidade dos trabalhadores no setor de transportes aderirem ao movimento. Essa expectativa é positiva no estado de São Paulo:     

"A gente acredita que será mais forte que o dia 15", comentou, depois de uma plenária do setor de transportes, o presidente da Nova Central em São Paulo, Luiz Gonçalves, o Luizinho, referindo-se ao dia nacional de paralisação realizado em 15 de março. "O pessoal saiu convencido que tem de trabalhar forte para fazer um 28 de abril poderoso."  

A adesão de vários segmentos de transporte – ônibus, metrô, caminhões e companhias aéreas, entre diversas outras categorias – foi determinante para a greve geral convocada pela Confederação Geral do Trabalho (CGT) na Argentina.

Fonte: Rede Brasil Atual (editado pela Agência Petroleira de Notícias

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